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terça-feira, 3 de maio de 2011

Poema "Quem sou?", por Paula Perleques

Olá curiosos!

Aqui fica mais um poema sobre Vampiros ;D, a autora é a incansável e fabulosa Paula Perleques, espero que gostem!

"Quem sou?", por Paula Perleques



Quem sou eu?
O que eu sou?
Apenas sei
De todos sou diferente.

Desde que me entendo por gente
Óculos escuros tenho de usar.
Lembro-me:
Uma vez, morder em uma menina
Por me gozar,
Minha mãe bateu em minha boca
E de castigo fiquei.
Porquê?
Se aquela menina também o fazia!

Agora, justo na festa de aniversário
Minha e de minha irmã,
Mais para ela do que para mim
Pois eu não tinha amigos
Por diferente ser.

Minha irmã gritou
“O que fazes aqui?
Não és da família,
Apenas, meus pais
Te acolheram”
Rindo começou.

Para minha mãe olhei
E ela para mim
Sem querer, um copo partiu
Que em sua mão tinha,
Logo começou a sangrar.

Foi quando, para a rua corri
Estranha me senti,
Ao sair
Num estranho esbarrei
Para ele não consegui olhar.

Para a praia fui
De joelhos na areia caí,
Dores senti
Minha boca diferente ficara
O que se passa comigo?

Um monstro me senti
O estranho de mim se aproximou,
Apavorada eu estava
“O que se passa contigo?” – perguntou ele.

“Eu…
Não sei quem sou,
Não sei o que sou.”
Minhas lágrimas
Pelo meu rosto corriam.

Para mim ele olhou
Parecia saber a resposta
De joelhos a meu lado se colocou
Pegando em meu rosto
“Uma Vampira és”.

“Impossível Vampira ser,
Os Vampiros apenas de noite andam
E tu quem és?”
Disse eu cada vez mais assustada.

“Um caçador de Vampiros
Daí, saber o que és,
Não tenhas medo,
Mal não te farei.”

Chorando desalmadamente comecei
Descobri o que sou
E não gostei do que descobri.
Ao meu lado um caçador de Vampiros,
Em vez de matar-me
Sua mão me esticou
Seu conforto me ofereceu.

Enviem também os vossos poemas para o email jwalter2412@gmail.com.

Permissão para vos abandonar!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Poemas: Ângela

Olá curiosos!

Aqui ficam mais dois poemas, agora o tema é o amor e a autora a Ângela, espero que gostem!

Amo-te
Quando te vi o mundo parou
Só para eu te admirar
Quando te vi logo soube
Que era contigo que queria ficar
Era contigo que queria partilhar
A minha vida
O meu mundo
Só contigo, só nós dois, juntos

Contigo tudo quero partilhar
Quando estou contigo só me apetece te
Beijar
Abraçar
Agarrar e nunca mais te largar

Quando estou contigo até fico sem ar
Sem respirar
No meu estômago sinto borboletas
Que não param de voar
Isto tudo para saberes que nunca deixarei de te amar
Amo-te.


Amor eterno

Quando estou contigo
Só existe tu e eu
Neste mundo
Quando estou contigo o mundo pára
Para nós dois
Quando estou contigo
É só contigo que quero estar
Mais ninguém importa, é contigo que quero ficar
Até quando estarei ao teu lado?
Até ao dia em que deixarei de te amar
Mas esse dia não vai chegar
Porque eu nunca deixarei de te amar
E juntos vamos ficar
Até a vida de um se acabar
Mas nunca deixarei de te amar.
 
 
Enviem também os vossos trabalhos para o email jwalter2412@gmail.com. Contamos com a vossa participação!
 
Permissão para vos abandonar!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Feliz Carnaval!!!

Olá curiosos!

Espero que tenham tido um excelente Carnaval repleto de folia e alegria. Também o blog não quis deixar passar esta data e então deixamo-vos com mais um poema da minha querida amiga Paula. Espero que gostem!

Carnaval Veneziano


À margem dos Canais de Veneza estava
Vendo os pequenos barcos enfeitados,
Um mais belo que o outro
E as mascaras todas de encantar.

Um pequeno grupo por mim passou
Apenas uma bela mascara usavam
E uma bela capa pelos ombros,
Com um sorriso de encantar.

Os turistas admirados ficavam
Com os festejos dos Venezianos,
Rindo e dançando ao som carnavalesco.

À noite ao salão de festa do hotel fui,
Para o baile de mascaras.
Um vestido vermelho longo vestia
E uma pequena mascara branca usava.

De todos os tipos de mascaras havia,
De histórias e mitos.
Toda a noite dancei
Com um elegante rapaz,
“Que disfarce tão perfeito
Mais parece real” – Pensando eu estava.

Após o baile terminar
Para meu quarto regressei,
Mal entrara
Um vulto à janela encontrei.

Devagar me aproximei
O rapaz do baile era,
“Mas, como entrara aqui!?”
De mim se aproximou,
Um passo recuei.

Pela cintura me tomou
Com uma delicadeza só vendo,
Foi quando me apercebi,
Que não era disfarce algum
E sim, um Vampiro real era.

Sorrindo para mim
Sua cabeça inclinou,
Seus lábios nos meus tocaram
Um beijo terno era.

Paula Perleques

Permissão para vos abandonar!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Poema "Violinista", por Paula Perleques

Olá curiosos!

Hoje deixo-vos com outro poema da minha querida amiga Paula Perleques, eu gostei imenso espero que vocês também. Aqui fica:

Violinista, por Paula Perleques

Sentada ao cimo da colina eu estava
Observando o lindo pôr-do-sol
Quando de súbito,
Música de violino
Comecei a ouvir,
Olhei em redor
Nada vi.

Deitei-me na erva húmida
Admirando a linda música
Já a ouvira anteriormente
Sempre ao pôr-do-sol.

Quando dei por mim
Tarde era
E a música parara,
Do chão me levantei
Colina abaixo caminhei.

Cheguei a casa
Para meu quarto fui,
Junto à janela me sentei
Observando a colina onde estivera.

Música de violino
Novamente surgiu,
Apreciando a linda melodia
Junto à janela fiquei
Acabando assim por adormecer.

Na manhã seguinte
Um sol radiante estava,
E um lírio branco
Há minha janela estava.

Todas as noites
Apreciava a linda melodia,
“Quem será o violonista?”
E todas as manhãs
Lírios à minha janela estavam.

Chegara o Inverno
Noites chuvosas eram
A melodia deixara de ouvir.

Dias passaram
Música de violino
Deixara de haver.

Quando uma noite
Há minha janela
Violino alguém tocara,
Ao abri-la
Um ser diferente vi
Mas, logo fugiu
Sem nada dizer.

Em todo Inverno
Nele pensava,
Se aquele Ser
Música bela tocava
Só poderia ser um Ser belo.

Por fim,
Chegara a Primavera
À colina subi
Para o pôr-do-sol admirar.
Ao pôr-do-sol
Música de violino surgiu,
Olhei em redor
Um Ser diferente vi.

Em meu lado se sentou
Tocando violino
Deixando assim, ver quem era.
Um Vampiro, só poderia ser
Um Ser belo
Como a sua bela melodia.


Permissão para vos abandonar!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

"Natal Misterioso", por Paula Perleques

Olá curiosos!

Antes demais a equipa do blog espera que tenham tido um excelente dia de Natal e uma óptima passagem de ano com muitas prendinhas e felicidade! Para compensar a nossa ausência nestas quadras festivas deixo-vos com um poema de uma amiga minha, Paula Perleques, que eu achei muito bonito e decidi partilhar convosco!

Natal Misterioso, por Paula Perleques

Em pequena à lareira
Histórias ouvira,
Ao fundo da floresta
Um pinhal misterioso existia.

Nele uma comunidade havia,
Diziam que monstros eram,
Humanos os atraiam para os consumirem.

Agora uma adolescente sou
Em histórias não acredito mais,
Véspera de Natal é
Tudo branco está.
Aqui estou eu,
Pela floresta caminhando,
Ignorando conselhos dos mais velhos,
Mais uns passos
E no pinhal misterioso me encontro.

Uma grande claridade vi
Para ela me dirigi,
Quando me dei conta
Dentro da comunidade estava.

Música e risos ouvi,
Curiosidade tive,
Mais perto me aproximei,
Apenas Vampiros eram
Comemorando à sua maneira.

Por beberem sangue,
Não os torna monstros
E sim Seres especiais.

Pela nostalgia me envolvi,
Rindo e dançando entre eles,
Como sendo um deles.

Amizade com eles fiz
Fortes laços se formaram,
Em meus olhos
Um grande peso senti
E tudo negro ficou.

No baloiço acordei
De manhã era,
Coberta de neve estava.

Dia de Natal era,
Confusa fiquei,
Como fora ali parar!?

Vampiros não vi mais,
Um sonho teria sido!?
Se o fora,
Agradável o foi.
Dentro de mim sabia,
Ao fundo da floresta
Um pinhal misterioso existia
E nele Seres especiais havia.


E então que acharam? Não se esqueçam de comentar e enviar-nos também os vossos trabalhos para o email jwalter2412@gmail.com.

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Poemas "Anjo caído ou Anjo da guarda?" "Que serei eu?", por Ângela Ribeiro

Olá curiosos!

Hoje trago-vos um poema escrito pela Ângela Ribeiro sobre o livro Hush Hush, qual já foi referenciado pelo blog e que eu recomendo vivamente!

Anjo caído ou Anjo da guarda?

A meu lado te sentaste
E logo pensei quem serias tu

Estavas sempre onde eu estava
Até pensei que me andavas a seguir
Esse teu sorriso arrepiante
O teu olhar profundo,penetrante
Quando para mim olhas

Ao fim de um tempo descobri
Quem eras
O que eras
És Patch
És anjo caído
E por mim te apaixonaste
Quando me sacrifiquei
O meu sacrifício recusaste
E meu anjo da guarda ficaste


Que serei eu?

Sou anjo caído
E uma vez por ano
Um corpo possuo
Um Nefilim possuo
Para quê?
Para poder sentir
Os toques quando me tocam
A dor quando me magoou

A mim me disseram que para
As asas recuperar
Uma pessoa tinha que salvar
E assim anjo da guarda ficava

Mas eu não queria ficar anjo da guarda
Preferia ser humano
Queria ser humano
Mas para isso um descendente de Nefilim tinha de matar
Tinha de te matar
Para humano ficar
Mas de ti fiquei a gostar
E não te consegui matar

A ti te sacrificaste
E o teu sacrifício recusei
Porque não te queria perder
E assim ao recusar, salvei-te
E teu Anjo da guarda fiquei
E assim te amarei.

Os poemas estão fantásticos, pelo menos foi o que eu achei... E vocês? Também gostaram? Não se esqueçam de comentar a Ângela agradece e a equipa do blog também!

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