segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

"Natal Misterioso", por Paula Perleques

Olá curiosos!

Antes demais a equipa do blog espera que tenham tido um excelente dia de Natal e uma óptima passagem de ano com muitas prendinhas e felicidade! Para compensar a nossa ausência nestas quadras festivas deixo-vos com um poema de uma amiga minha, Paula Perleques, que eu achei muito bonito e decidi partilhar convosco!

Natal Misterioso, por Paula Perleques

Em pequena à lareira
Histórias ouvira,
Ao fundo da floresta
Um pinhal misterioso existia.

Nele uma comunidade havia,
Diziam que monstros eram,
Humanos os atraiam para os consumirem.

Agora uma adolescente sou
Em histórias não acredito mais,
Véspera de Natal é
Tudo branco está.
Aqui estou eu,
Pela floresta caminhando,
Ignorando conselhos dos mais velhos,
Mais uns passos
E no pinhal misterioso me encontro.

Uma grande claridade vi
Para ela me dirigi,
Quando me dei conta
Dentro da comunidade estava.

Música e risos ouvi,
Curiosidade tive,
Mais perto me aproximei,
Apenas Vampiros eram
Comemorando à sua maneira.

Por beberem sangue,
Não os torna monstros
E sim Seres especiais.

Pela nostalgia me envolvi,
Rindo e dançando entre eles,
Como sendo um deles.

Amizade com eles fiz
Fortes laços se formaram,
Em meus olhos
Um grande peso senti
E tudo negro ficou.

No baloiço acordei
De manhã era,
Coberta de neve estava.

Dia de Natal era,
Confusa fiquei,
Como fora ali parar!?

Vampiros não vi mais,
Um sonho teria sido!?
Se o fora,
Agradável o foi.
Dentro de mim sabia,
Ao fundo da floresta
Um pinhal misterioso existia
E nele Seres especiais havia.


E então que acharam? Não se esqueçam de comentar e enviar-nos também os vossos trabalhos para o email jwalter2412@gmail.com.

Permissão para vos abandonar!

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